Archive for setembro 2013
Não
Não seja misantropo.
Não seja religioso.
Não seja ambicioso.
Não seja trapaceiro.
Não seja interesseiro.
Não seja vergonhoso.
Não seja orgulhoso.
Não seja imbecil.
Não seja infantil.
Não seja alienado.
Não fique calado!
Por favor!
Não demonstre ser algo aos outros sendo que você não é.
Não pense que é melhor alguém por algo insignificante que fez ou conquistou.
Não ache que pode humilhar alguém sem sofrer represálias.
Não fale que quer o bem de alguém, quando na verdade quer estragar a vida dessa pessoa.
Não saia falando para o mundo inteiro sobre pessoas que você mal conhece.
Não fique trancafiado dentro do seu quarto.
Não despreze os pequenos talentos das pessoas.
Não desconte todas suas frustrações em seu cabelo.
Não idealize alguém.
Não banque o amoroso com todos se não possui amor por todos, e muito menos se depois sai falando mal dessas pessoas.
Não chame alguém de chato só porque essa pessoa tomou atitudes iguais as suas.
Não pense que todos são seus servos, e que devem fazer tudo o que você manda.
Não odeie todo mundo.
Não fale que segue um ideal, sendo que suas ações mostram que você não faz isso.
Não mande recados e mensagens para alguém com o intuito de puxar assunto, sendo que anteriormente você foi um babaca ao extremo com essa pessoa.
Não ache que sua opinião, baseada em mero senso comum, é válida, apesar de estar ligeiramente correta.
Não manipule as pessoas.
Não omita informações.
Não seja grosseiro com o seu próximo.
Enfim, não coloque defeito em todo mundo o tempo todo, como eu faço.
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Pseudo aniversário
Parabéns para nós! "Hoje o blog Vil comemora 1 ano após sua primeira postagem!"
Bom, as aspas tiveram que ser colocadas porque não é bem essa a real história sobre essa comemoração de aniversário.
Após uns três blogs sem grande sucesso e uma maré de nada para fazer, veio a ideia de retomar a escrita banal e adolescente que é exposta gratuitamente para as pessoas, que também não têm nada para fazer da vida, em um blog.
Como já havia o blog Vil salvo nessa conta do blogger, fomos lá (Ana e os E.T's, caso você não saiba) e mudamos completamente tudo que havia nele, até mesmo excluindo as postagens antigas e daí veio o primeiro texto do blog Design Your Universe, que na realidade foi mais um desabafo extremamente pessoal, infantil e sem nenhuma pretensão de fazer sucesso.
De fato, não fez sucesso algum, como de costume, mas deu ensejo para que outros textos fossem escritos sempre, mesmo sendo muito ruins.
O primeiro texto publicado foi excluído para não causar futuros problemas e assim não temos a data dele salva.
A ideia era sempre fugir das responsabilidades da universidade, além de também falar sobre experiências próprias sem tornar o DYU um diário pessoal ridículo, sendo que o segundo objetivo infelizmente não deu muito certo, pois o ser terrestre tomou o comando disso devido ao egoísmo natural desse ser desgraçado. E assim os textos têm ficado cada vez mais pessoais, humanos e ridículos, principalmente depois da mudança de nome, que voltou para Vil, e design.
A conversa entre a humanidade terrestre e a extraterrestre foi se degradando e somente hoje, no pseudo aniversário do blog, é que notamos o que aconteceu e o quão ruim foi para as reflexões mais profundas que aqui eram publicadas.
Mas tudo bem! Hoje é o pseudo aniversário do blog que já existia desde 2011 (sem a participação dos alienígenas), que depois mudou de nome, e depois mudou de nome de novo e agora comemora 1 ano após a primeira publicação, que na verdade é a segunda, já que a primeira foi apagada e não consta no sistema a data de publicação dela, senhor(a).
Complexo?
Bom, é desse modo que "nossas" mentes interligadas funcionam. E por mais que toda essa ideia de blog tenha ficado muito perdida e bagunçada, assim como a vida de seus autores, era necessário uma data e/ou um texto que pudesse marcar o início de algo tão bom que é expor em palavras sentimentos reprimidos, opiniões e experiências em um lugar pessoal, mas também público, o que pode agradar muitas pessoas, apesar de desagradar a maioria que lê esses posts inúteis.
Enfim ..
Obrigada, ninguém!
Você é muito amado por ler esse blog, mesmo ele sendo tão ruim.
Só que não!
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Hey, mãe! Eu tenho uma guitarra elétrica
Mãe, eu consegui um emprego!
Mãe, o emprego está uma merda, mas eu consegui que meu projeto de pesquisa fosse aprovado!
Mãe, minha bolsa PIBIC não caiu, mas ainda tenho uma grana.
Mãe, eu comprei meu ingresso para ver Yeah Yeah Yeahs e Red Hot Chili Peppers!
Mãe, minha sobrinha nasceu!
Mãe, eu consegui vender meu ingresso do RiR e pagar minhas contas!
Mãe, minha bolsa PIBIC caiu!
Mãe, a paixonite passou!
Mãe, eu engordei!
Mãe, meu cabelo está crescendo!
Mãe, eu perdi o show da Florence e do Offspring e chorei por isso, mas ok! Eu iria passar mal de tanto calor se tivesse ido!
Mãe, eu sonhei que estava dormindo ao dormir de verdade!
Mãe, eu estou fechando as notas da faculdade sem sofrimento!
Mãe, eu não estou mais chorando sem motivos!
Mãe, uma pessoa que eu não gosto me excluiu do Facebook e me tirou essa responsabilidade!
Mãe, eu estou tendo mais contato com amigos antigos e fazendo novas amizades (acho)!
Mãe, eu afirmei que sou ateísta e você não disse nada de ruim!
Mãe, eu estou sentindo uma leveza na minha vida sem explicação alguma!
Mãe, está calor e mesmo assim eu estou bem!
Mãe, eu estou conseguindo amarrar meu cabelo sem ele se soltar todo!
Mãe, eu vou fazer teatro!
Mãe, eu vou comprar uma bicicleta!
Mãe, eu vou buscar a felicidade!
Mãe, eu vou tentar não ofender mais as pessoas gratuitamente!
Mãe, eu vou tentar ser mais educada!
Mãe, eu vou tentar ressuscitar!
Mãe, te amo e vou ler isso pra você amanhã, pois agora você está dormindo.
Não sou tão ridícula ao ponto de mencionar você no meu blog e nem te mostrar.
Terra de Gigantes
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Dia Latino-americano e Nacional de Conscientização sobre a Epilepsia
Bom, esse texto vai ser extremamente grande e diferente de todos aqueles que já postei nesse blog e é o único que eu gostaria que fosse lido por muitas pessoas. Muitas pessoas mesmo, porque é um assunto bastante relevante para todos, ao contrário dos outros textos que aqui se encontram. Além disso, é um assunto bem importante para mim e trata de um período significativo da minha vida, no qual a epilepsia "definiu" muitos dos rumos que acabei tomando. Sei lá.
Então, já deixando claro, primeiramente eu vou contar rapidamente, eu espero, minha experiência com a epilepsia e depois tem uma matéria de um site que foi feito especialmente para o Dia Nacional e Latino-americano da Conscientização sobre a Epilepsia, assim como esse meu depoimento.
Ah, queria pontuar que isso não é de interesse somente de quem tem epilepsia, porque por mais que os sofrimentos atinjam diretamente a pessoa que a "possui", é algo que acaba afetando todos aqueles que rodeiam essa pessoa, afinal, quando alguém tem alguma crise epilética perto de você, com certeza isso vai te atingir de algum modo e você vai ter que ajudar essa pessoa, querendo ou não. E para isso, informações não são dispensáveis de maneira alguma.
Então, já deixando claro, primeiramente eu vou contar rapidamente, eu espero, minha experiência com a epilepsia e depois tem uma matéria de um site que foi feito especialmente para o Dia Nacional e Latino-americano da Conscientização sobre a Epilepsia, assim como esse meu depoimento.
Ah, queria pontuar que isso não é de interesse somente de quem tem epilepsia, porque por mais que os sofrimentos atinjam diretamente a pessoa que a "possui", é algo que acaba afetando todos aqueles que rodeiam essa pessoa, afinal, quando alguém tem alguma crise epilética perto de você, com certeza isso vai te atingir de algum modo e você vai ter que ajudar essa pessoa, querendo ou não. E para isso, informações não são dispensáveis de maneira alguma.
Well, tudo que estou falando é baseado nas informações que minha mãe me deu e nas minhas poucas lembranças sobre o período que tive "fortes" crises epiléticas e me tratei.
Segundo ela, eu tinha epilepsia desde bebê, mas ninguém sabia porque nenhum médico observou alguma crise em mim, já que elas eram bem sutis.
A primeira crise mais notável que tive foi na escola, em 2002 eu acho, na frente de outras crianças e professoras. Sortuda eu, não?!
Bom, esse é o dia que eu mais me recordo, então vou contar todos os detalhes que guardo até hoje comigo.
Eu lembro que a sala estava numa tremenda bagunça, e todas os meus coleguinhas (wtf) da época falavam muito alto e então minha cabeça começou a doer bastante.
Olhei para trás para falar para minha amiga naquela época e minha visão já começou a ficar meio desconexa. Quando virei para frente, nada. Apaguei totalmente.
Só explicando, eu não tinha convulsão forte, aquelas que fazem as pessoas caírem e tal, as crises que eu tive nesse tempo eram perdas de consciência e enrijecimento do corpo, sendo que na maioria das crises eu fiquei na mesma posição que estava quando ainda tinha consciência e uma vez eu perdi a consciência mas continuei me locomovendo. Enfim, voltando para a escola .. haushauah .. eu retomei minha consciência algumas vezes, mas mesmo assim não conseguia falar, nem me mover. E a consciência ia e voltava.
Um tempo depois que apaguei, lembro-me de ter retomado minha consciência e visto todos me olhando aterrorizados e ouvia também o desespero dos professores tentando evitar alguma complicação e depois me levando para casa, para que meus pais me levassem ao médico.
Eles me levaram e até lá eu já tinha melhorado, segundo minha mãe. O médico disse que era só por ter ficado muito tempo sem comer e me liberou sem grandes problemas.
Segundo ela, eu tinha epilepsia desde bebê, mas ninguém sabia porque nenhum médico observou alguma crise em mim, já que elas eram bem sutis.
A primeira crise mais notável que tive foi na escola, em 2002 eu acho, na frente de outras crianças e professoras. Sortuda eu, não?!
Bom, esse é o dia que eu mais me recordo, então vou contar todos os detalhes que guardo até hoje comigo.
Eu lembro que a sala estava numa tremenda bagunça, e todas os meus coleguinhas (wtf) da época falavam muito alto e então minha cabeça começou a doer bastante.
Olhei para trás para falar para minha amiga naquela época e minha visão já começou a ficar meio desconexa. Quando virei para frente, nada. Apaguei totalmente.
Só explicando, eu não tinha convulsão forte, aquelas que fazem as pessoas caírem e tal, as crises que eu tive nesse tempo eram perdas de consciência e enrijecimento do corpo, sendo que na maioria das crises eu fiquei na mesma posição que estava quando ainda tinha consciência e uma vez eu perdi a consciência mas continuei me locomovendo. Enfim, voltando para a escola .. haushauah .. eu retomei minha consciência algumas vezes, mas mesmo assim não conseguia falar, nem me mover. E a consciência ia e voltava.
Um tempo depois que apaguei, lembro-me de ter retomado minha consciência e visto todos me olhando aterrorizados e ouvia também o desespero dos professores tentando evitar alguma complicação e depois me levando para casa, para que meus pais me levassem ao médico.
Eles me levaram e até lá eu já tinha melhorado, segundo minha mãe. O médico disse que era só por ter ficado muito tempo sem comer e me liberou sem grandes problemas.
Mas não. Não era só isso. Depois dessa crise, eu fui tendo várias outras mais fortes do que essa primeira, porque nas outras vezes eu não retomava a consciência de maneira alguma durante a crise e muitas eu nem me lembro, porque eu "desligava" mesmo.
Uma vez eu tive uma dessas crises em casa, que se não me engano, foi a primeira que minha mãe presenciou de fato.
Ela tinha um salão de beleza no fundo de casa, então passava muito tempo lá e eu sozinha dentro de casa. Nesse dia eu cheguei e fui para dentro, para estudar (eu estudava nessa época) e depois quando ela entrou eu estava sentada na mesa, com o lápis na mão totalmente paralisada e com os olhos revirados, logo depois eu comecei a falar com uma voz grossa xingamentos em várias línguas diferentes, afinal, era o capeta. Brincadeira! Continuando, minha mãe se desesperou, chamou minha tia que morava perto de nós para ajudar ela e minha avó materna, que tinha epilepsia também, foi juntamente com minha tia e quando chegaram lá em casa todos começaram a chorar.. Oh, céus. Oh, vida. (só que não)
Informações inúteis a parte, dessa vez a crise foi realmente muito forte e eu tive que tomar gardenal (uhul, vida loka).
Uma vez eu tive uma dessas crises em casa, que se não me engano, foi a primeira que minha mãe presenciou de fato.
Ela tinha um salão de beleza no fundo de casa, então passava muito tempo lá e eu sozinha dentro de casa. Nesse dia eu cheguei e fui para dentro, para estudar (eu estudava nessa época) e depois quando ela entrou eu estava sentada na mesa, com o lápis na mão totalmente paralisada e com os olhos revirados, logo depois eu comecei a falar com uma voz grossa xingamentos em várias línguas diferentes, afinal, era o capeta. Brincadeira! Continuando, minha mãe se desesperou, chamou minha tia que morava perto de nós para ajudar ela e minha avó materna, que tinha epilepsia também, foi juntamente com minha tia e quando chegaram lá em casa todos começaram a chorar.. Oh, céus. Oh, vida. (só que não)
Informações inúteis a parte, dessa vez a crise foi realmente muito forte e eu tive que tomar gardenal (uhul, vida loka).
Depois disso eu fui fazer tratamento e tomei um remédio chamado tegretol, que era ruim demais, mas era divertido porque eu tomava com uma seringa.
Crianças serão sempre crianças haushauah ..
Mesmo tomando esse remédio eu continuei tendo crises, na casa dos outros aliás (que vergonha), então eu tive que tomar um remédio mais forte que era o Depakene.
A partir daí não tive mais crises e em 2006, eu acho, Deus me curou .. brincadeira ..
Então o tratamento teve seus efeitos e eu não tinha mais epilepsia, portanto poderia parar de tomar os remédios e cá estou eu até hoje de boas.
Crianças serão sempre crianças haushauah ..
Mesmo tomando esse remédio eu continuei tendo crises, na casa dos outros aliás (que vergonha), então eu tive que tomar um remédio mais forte que era o Depakene.
A partir daí não tive mais crises e em 2006, eu acho, Deus me curou .. brincadeira ..
Então o tratamento teve seus efeitos e eu não tinha mais epilepsia, portanto poderia parar de tomar os remédios e cá estou eu até hoje de boas.
Parece algo rápido e tranquilo, e para mim foi realmente bem tranquilo porque eu era uma criança e não tinha nem noção da proporção disso na minha vida e na vida dos meus pais. Na verdade eu achava isso muito legal, porque minhas dores de cabeça passavam com as crises e eu tinha uma pegadinha pronta pra fazer com minhas amigas. Mas na realidade, eu tinha horário pra tudo, por causa dos remédios, não podia ficar na rua por causa das crises e dormir na casa dos outros era impensável, então deu uma zuada na minha vida, querendo ou não.
Agora eu não tenho mais problemas com a epilepsia, mas muita gente tem e para o resto da vida, então seria meio egoísta da minha parte ignorar esse assunto que ainda é um tabu para as pessoas, porque muitas acham que é possessão demoníaca, como eu brinquei no meu depoimento, ou que você pode pegar epilepsia se chegar perto de alguém tendo uma crise, principalmente quando se trata de convulsão muito forte, que assusta muito as pessoas. E toda essa desinformação da sociedade prejudica MUITO quem tem epilepsia, porque há um preconceito enorme e muitas vezes por essa falta de informação, as pessoas com epilepsia não tem o tratamento que deveriam ter, agravando mais o problema, além de afetar as relações com outras pessoas, manutenção de emprego e estudos, etc.
Então, aproveitando essa data, gostaria de pedir à você, que aguentou ler isso tudo, que pelo menos não tenha preconceito conosco, pessoas epiléticas.
Eu não sou mais epilética, mas foda-se. Me coloco ao lado dos que ainda sofrem (ou não) com isso, porque eu já fui epilética e eu não vou deixar isso de lado. Não vou jogar parte da minha história para debaixo do tapete, porque eu não tenho vergonha alguma disso.
Portanto, relaxe que se alguém tiver uma crise perto de você, não é demônio algum e você não vai pegar.
Se isso chegar a acontecer, simplesmente ajude a pessoa, porque não há risco algum para você e não custa nada você parar e auxiliar alguém que está perdendo o controle de si mesmo por alguns instantes.
Acredite, é muito triste estar nessa sozinho.
Agora eu não tenho mais problemas com a epilepsia, mas muita gente tem e para o resto da vida, então seria meio egoísta da minha parte ignorar esse assunto que ainda é um tabu para as pessoas, porque muitas acham que é possessão demoníaca, como eu brinquei no meu depoimento, ou que você pode pegar epilepsia se chegar perto de alguém tendo uma crise, principalmente quando se trata de convulsão muito forte, que assusta muito as pessoas. E toda essa desinformação da sociedade prejudica MUITO quem tem epilepsia, porque há um preconceito enorme e muitas vezes por essa falta de informação, as pessoas com epilepsia não tem o tratamento que deveriam ter, agravando mais o problema, além de afetar as relações com outras pessoas, manutenção de emprego e estudos, etc.
Então, aproveitando essa data, gostaria de pedir à você, que aguentou ler isso tudo, que pelo menos não tenha preconceito conosco, pessoas epiléticas.
Eu não sou mais epilética, mas foda-se. Me coloco ao lado dos que ainda sofrem (ou não) com isso, porque eu já fui epilética e eu não vou deixar isso de lado. Não vou jogar parte da minha história para debaixo do tapete, porque eu não tenho vergonha alguma disso.
Portanto, relaxe que se alguém tiver uma crise perto de você, não é demônio algum e você não vai pegar.
Se isso chegar a acontecer, simplesmente ajude a pessoa, porque não há risco algum para você e não custa nada você parar e auxiliar alguém que está perdendo o controle de si mesmo por alguns instantes.
Acredite, é muito triste estar nessa sozinho.
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Matéria do Bem Paraná de hoje, com o título Um em cada 26 brasileiros teve, tem ou terá epilepsiaDoentes são vítimas de preconceito. Hoje é Dia Nacional da Conscientização sobre a Epilepsia
Uma em cada 26 pessoas já foi, é ou será acometida pela epilepsia. Embora seja possível controlar as crises em 70% dos casos, ao menos 40% desses pacientes, ou seja, 780 mil estão recebendo tratamento inadequado ou não recebem tratamento algum. O alerta é da Academia Brasileira de Neurologia. Para o Dia Nacional da Conscientização sobre a Epilepsia, hoje, será lançada uma campanha de conscientização com ações diversas, em diversos estados brasileiros.
As pessoas que convivem com a epilepsia muitas vezes são vítimas de preconceito e de exclusão social. Muitas se afastam do convívio com amigos e familiares, tem dificuldade de acesso à escola e ao mercado de trabalho. Segundo a Organização Mundial de Saúde 70 a 80% das pessoas com epilepsia poderiam apresentar condições de vida melhores se recebessem tratamento adequado. De acordo com o o médico do núcleo de doenças complexas da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, Carlos Danton Machado, desmitificar a epilepsia por meio de informações corretas contribui para diminuir o preconceito sofrido pelo doente. A pessoa com epilepsia é perfeitamente capaz de levar vida normal: estudar, trabalhar, praticar esportes e conviver bem com todos.
“É importante esclarecer que o transtorno não é contagioso; a pessoa saudável não pega a doença tocando em uma pessoa em estado de crise. A doença também não é um tipo de loucura e muito menos possessão demoníaca. Muita gente ainda acredita nisso, o que é triste. Mitos como estes são preconceituosos e amplificam o sofrimento”, disse.
A epilepsia é caracterizada por crises repetidas, que não sejam causadas por intoxicação ou alterações no metabolismo. Possui causas variadas como: traumatismo craniano, tumores cerebrais, sequela de sofrimento fetal e infecção do sistema nervoso. Uma porcentagem muito pequena das epilepsias tem causa hereditária.
Cerca de 70% das pessoas com epilepsia levam vida normal tomando medicamentos. Os outros 30%, que não respondem bem ao tratamento farmacológico, podem ser submetidos à cirurgia ou a outros tratamentos.
Segundo Machado, conhecer o modo de manifestação da doença e saber lidar com ela sem preconceitos é a melhor maneira de garantir uma vida melhor e mais saudável.
“Diante de uma crise epilética é importante manter a calma. Posicione a pessoa de lado. Afaste os objetos que ofereçam risco. Não tente desenrolar a língua. Não coloque objetos na boca, não dê substâncias para cheirar nem dê líquidos para ela beber. Esfregar álcool, vinagre ou outras substâncias no corpo da pessoa também não são indicados. Se a crise durar mais que de 5 a 10 minutos, chame uma ambulância”, explica. O diagnóstico da epilepsia é simples e pode ser feito em uma entrevista com o médico. O tratamento também é simples e eficaz, e os medicamentos necessários estão disponíveis gratuitamente no SUS.
As pessoas que convivem com a epilepsia muitas vezes são vítimas de preconceito e de exclusão social. Muitas se afastam do convívio com amigos e familiares, tem dificuldade de acesso à escola e ao mercado de trabalho. Segundo a Organização Mundial de Saúde 70 a 80% das pessoas com epilepsia poderiam apresentar condições de vida melhores se recebessem tratamento adequado. De acordo com o o médico do núcleo de doenças complexas da Secretaria Estadual de Saúde de Minas Gerais, Carlos Danton Machado, desmitificar a epilepsia por meio de informações corretas contribui para diminuir o preconceito sofrido pelo doente. A pessoa com epilepsia é perfeitamente capaz de levar vida normal: estudar, trabalhar, praticar esportes e conviver bem com todos.
“É importante esclarecer que o transtorno não é contagioso; a pessoa saudável não pega a doença tocando em uma pessoa em estado de crise. A doença também não é um tipo de loucura e muito menos possessão demoníaca. Muita gente ainda acredita nisso, o que é triste. Mitos como estes são preconceituosos e amplificam o sofrimento”, disse.
A epilepsia é caracterizada por crises repetidas, que não sejam causadas por intoxicação ou alterações no metabolismo. Possui causas variadas como: traumatismo craniano, tumores cerebrais, sequela de sofrimento fetal e infecção do sistema nervoso. Uma porcentagem muito pequena das epilepsias tem causa hereditária.
Cerca de 70% das pessoas com epilepsia levam vida normal tomando medicamentos. Os outros 30%, que não respondem bem ao tratamento farmacológico, podem ser submetidos à cirurgia ou a outros tratamentos.
Segundo Machado, conhecer o modo de manifestação da doença e saber lidar com ela sem preconceitos é a melhor maneira de garantir uma vida melhor e mais saudável.
“Diante de uma crise epilética é importante manter a calma. Posicione a pessoa de lado. Afaste os objetos que ofereçam risco. Não tente desenrolar a língua. Não coloque objetos na boca, não dê substâncias para cheirar nem dê líquidos para ela beber. Esfregar álcool, vinagre ou outras substâncias no corpo da pessoa também não são indicados. Se a crise durar mais que de 5 a 10 minutos, chame uma ambulância”, explica. O diagnóstico da epilepsia é simples e pode ser feito em uma entrevista com o médico. O tratamento também é simples e eficaz, e os medicamentos necessários estão disponíveis gratuitamente no SUS.
O que fazer durante uma crise?
Fora do ambiente hospitalar o observador deve voltar a cabeça do paciente para o lado, se possível, sobre uma almofada ou travesseiro. Isso ajuda a proteger contra traumatismos na cabeça e também evitar que ocorra aspiração de alimentos, salivação ou vômitos para o pulmão. Não se deve tentar puxar a língua do paciente, pois o observador pode sofrer lesão grave da mão e neste tipo de crise, ao contrario dos desmaios, a língua costuma ficar em sua posição normal. Geralmente a crise dura alguns segundos a minutos e o paciente pode ser levado ao hospital com tranqüilidade, se a crise for inédita ou conforme orientação médica. Caso a crise dure mais que 5 minutos, deve-se levar o paciente imediatamente ao hospital, para que se possam usar medicamentos para abortar a crise.
Fora do ambiente hospitalar o observador deve voltar a cabeça do paciente para o lado, se possível, sobre uma almofada ou travesseiro. Isso ajuda a proteger contra traumatismos na cabeça e também evitar que ocorra aspiração de alimentos, salivação ou vômitos para o pulmão. Não se deve tentar puxar a língua do paciente, pois o observador pode sofrer lesão grave da mão e neste tipo de crise, ao contrario dos desmaios, a língua costuma ficar em sua posição normal. Geralmente a crise dura alguns segundos a minutos e o paciente pode ser levado ao hospital com tranqüilidade, se a crise for inédita ou conforme orientação médica. Caso a crise dure mais que 5 minutos, deve-se levar o paciente imediatamente ao hospital, para que se possam usar medicamentos para abortar a crise.
Sem tratamento, há danos irreversíveis
Se fica sem tratamento por muito tempo, o prejuízo é imenso para o indivíduo e para o Estado.
São questões que reforçar o fato de que, apesar de a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) para portadores de epilepsia estar desenhada e implantada, ainda funciona de forma precária, assimétrica e desproporcional às necessidades dos pacientes. Os motivos são vários: o treinamento em epilepsia é insuficiente, o retorno às unidades de saúde é muito demorado, os Centros de Neurologia estão sobrecarregados (com recursos pessoais e diagnósticos insuficientes) e a comunidade não conhece bem a doença. Uma das soluções capazes controlar as crises epilépticas em 50% dos pacientes com epilepsia é fazer este atendimento na rede básica de saúde.
Atualmente a ABN atua nesse sentido, participando da Comissão do Ministério da Saúde/OPAS para elaborar o Caderno de Ações Básicas de Saúde (CAB) em epilepsia para capacitar os profissionais que atuam neste nível de atendimento.
Se fica sem tratamento por muito tempo, o prejuízo é imenso para o indivíduo e para o Estado.
São questões que reforçar o fato de que, apesar de a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS) para portadores de epilepsia estar desenhada e implantada, ainda funciona de forma precária, assimétrica e desproporcional às necessidades dos pacientes. Os motivos são vários: o treinamento em epilepsia é insuficiente, o retorno às unidades de saúde é muito demorado, os Centros de Neurologia estão sobrecarregados (com recursos pessoais e diagnósticos insuficientes) e a comunidade não conhece bem a doença. Uma das soluções capazes controlar as crises epilépticas em 50% dos pacientes com epilepsia é fazer este atendimento na rede básica de saúde.
Atualmente a ABN atua nesse sentido, participando da Comissão do Ministério da Saúde/OPAS para elaborar o Caderno de Ações Básicas de Saúde (CAB) em epilepsia para capacitar os profissionais que atuam neste nível de atendimento.
Para a população em geral, o risco de ter epilepsia é de 1%
Para a população em geral o risco de ter epilepsia é de 1%. Se um dos pais apresentar a doença, esse risco aumenta para 2 a 4 %. Porém se os dois tiverem crises, o risco pode chegar a 30%. Já para irmão gêmeos, quando um deles tem crises epilépticas, o risco para o outro é de 10 a 20 % se não forem gêmeosidênticos é de 80% se forem idênticos.
O exame mais importante para o diagnóstico de epilepsia é o Eletroencefalograma (EEG), que pode ser realizado no intervalo ou durante as crises, quando então a chance de identificar o local e a causa do problema é bem maior. O EEG ajuda o médico na classificação do tipo de epilepsia, na escolha da medicação mais adequada, na definição do tempo de tratamento e na programação de outros exames complementares como, por exemplo, a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética que podem identificar lesões cerebrais e constatar a causa da epilepsia. Quando se identifica uma causa que provoque a epilepsia, esta é designada por “sintomática”, ou seja, a epilepsia é apenas o sintoma pelo qual a doença subjacente se manifestou; em 65% dos casos não se identifica nenhuma causa, é a epilepsia “idiopática”.
A escolha da medicação antiepiléptica a ser utilizada é feita com base no tipo de crise apresentada pelo paciente e resultado dos exames complementares. 70% das pessoas com epilepsia têm as crises completamente controladas com esses medicamentos. E o primeiro passo para o controle adequado das crises é o uso coreto destas medicações, respeitando rigorosamente a orientação do médico quanto às doses e horários em que devem ser tomadas. Em geral a medicação deve ser usada por anos ou até o final da vida. Para os 30 % restantes que não controlam as crises com medicamentos, há alternativas, como o tratamento cirúrgico, que promove a remoção da parte do cérebro que dá origem à descargas elétricas que causam a crise. Em determinadas situações o médico pode recomendar a mudança no padrão alimentar, que pode levar a uma alteração no metabolismo do paciente, favorecendo o controle das crises.
Para a população em geral o risco de ter epilepsia é de 1%. Se um dos pais apresentar a doença, esse risco aumenta para 2 a 4 %. Porém se os dois tiverem crises, o risco pode chegar a 30%. Já para irmão gêmeos, quando um deles tem crises epilépticas, o risco para o outro é de 10 a 20 % se não forem gêmeosidênticos é de 80% se forem idênticos.
O exame mais importante para o diagnóstico de epilepsia é o Eletroencefalograma (EEG), que pode ser realizado no intervalo ou durante as crises, quando então a chance de identificar o local e a causa do problema é bem maior. O EEG ajuda o médico na classificação do tipo de epilepsia, na escolha da medicação mais adequada, na definição do tempo de tratamento e na programação de outros exames complementares como, por exemplo, a Tomografia Computadorizada e a Ressonância Magnética que podem identificar lesões cerebrais e constatar a causa da epilepsia. Quando se identifica uma causa que provoque a epilepsia, esta é designada por “sintomática”, ou seja, a epilepsia é apenas o sintoma pelo qual a doença subjacente se manifestou; em 65% dos casos não se identifica nenhuma causa, é a epilepsia “idiopática”.
A escolha da medicação antiepiléptica a ser utilizada é feita com base no tipo de crise apresentada pelo paciente e resultado dos exames complementares. 70% das pessoas com epilepsia têm as crises completamente controladas com esses medicamentos. E o primeiro passo para o controle adequado das crises é o uso coreto destas medicações, respeitando rigorosamente a orientação do médico quanto às doses e horários em que devem ser tomadas. Em geral a medicação deve ser usada por anos ou até o final da vida. Para os 30 % restantes que não controlam as crises com medicamentos, há alternativas, como o tratamento cirúrgico, que promove a remoção da parte do cérebro que dá origem à descargas elétricas que causam a crise. Em determinadas situações o médico pode recomendar a mudança no padrão alimentar, que pode levar a uma alteração no metabolismo do paciente, favorecendo o controle das crises.
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I am one
Escrito por Et's e/ou
ll
Não garanto um texto bom, mas a necessidade de escrever aflorou nesse momento e lá vamos nós.
É extremamente interessante observar seus próprios defeitos, afinal, com isso você se conhece muito mais e a existência muitas vezes subjetiva demasiadamente acaba chegando um pouco mais perto de nossa compreensão. Mas de que adianta se a tentativa de melhora sobre esses "defeitos" não acontece? Muito pelo contrário, parece que eu, particularmente, notando minhas falhas como ser humano, acabo tornando elas cada vez mais fortes e, assim, me destruindo dia após dia de maneira mais incisiva.
Fora isso, essa compreensão sobre meus próprios defeitos não tem efeito algum no entendimento sobre as falhas alheias.
Não há mais igualdade e a irritabilidade com os "erros" dos outros aumenta sem controle algum.
Relações vão sendo dizimadas por mim e a solidão acaba ficando bem mais aceitável e agradável, sem ser tão temida como antigamente.
Não sei ao certo, mas parece que as pessoas se dão muito bem com a falsidade e suas decepções com outros seres humanos.
Elas simplesmente se igualam e está tudo certo.
Confesso que tentei, mas minhas sucessivas tentativas tem sido em vão.
Uma frase mal compreendida, uma mensagem ignorada, uma ocultação de verdade, uma mentira e pronto. As chances de eu voltar a ser uma pessoa legal com essa pessoa são muito poucas e raramente volto ao estágio anterior.
De repente acordo e o meu circulo de amigos está significantemente pequeno, enquanto o de pessoas filhas da puta está dando duas voltas ao redor do planeta, simplesmente porque elas não se importam com os erros alheios e porque sempre falam o que os seres humanos querem ouvir. Mas pensando bem, talvez esse não seja meu único problema.
Necessidade de manter a autodestruição sempre ativa talvez explique melhor, porém não adianta nada tanta explicação se não há mudança alguma.
Se você, caro ninguém, souber como mudar isso, aceito dicas.
Obrigada!
I'm in a race and it's killing time
I don't need yours I'll keep it with mine
Can't you see these skies are breaking?
Cos I'm in a race and I'm doing fine
Thank you
Two of a kind and no-one home
I'm in a crowd and I'm still alone
Can't you see these skies are breaking?
Cos one of a kind is all I own
I am one
I am
I am one
Não sei se já postei essa música aqui, mas enfim .. Foda-se.
É perfeita.
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Ana Carolina e ET's. Tecnologia do Blogger.


