Pensar e sentir.
Será que somente eu tenho notado que nenhum dos dois atos tem sido realizado verdadeiramente por quase ninguém?
Diariamente eu vejo pessoas se mostrando umas às outras como se fossem sábias, críticas e muitas vezes superiores aos outros, mas no fundo tudo isso é uma grande mentira. Primeiro porque quem é sábio de verdade não se sente melhor que ninguém pelo conhecimento que possui, e segundo porque não existem sábios.
Todos nós estamos aqui aprendendo, e mesmo que você tenha um século de vida, jamais saberá de tudo que esse vasto mundo tem a nos ensinar.
Esses são dois aspectos extremamente importantes para a vil compreensão de mundo que venho formulando em minha mente. Apesar de controversos ao serem observados de maneira simplista, ambos aspectos se encaixam perfeitamente para que o método da ideia sobre pseudo sábios seja entendida claramente.
Acredito que não é uma novidade entender que o pior ignorante é aquele que acredita ser sábio, e acrescento à isso a ideia de que não sentir verdadeiramente a vida faz com que as pessoas se iludam em relação a sapiência.
É aí que eu ligo a racionalidade e o sentimentalismo.
Tentar ser racional demais é tão prejudicial quanto ser sentimental demais. Não vejo algo pior do que reprimir todos os seus sentimentos em prol de uma mente focada em decisões milimetricamente racionalizadas. É como fugir de si mesmo, tentar ter o controle de si mesmo sem ter autoconhecimento.
Isso torna a busca pela compreensão de mundo, de existência, de relações, algo mais árduo do que já é com a razão e com os sentimentos em equilíbrio.
A união dos dois aspectos facilita a autocompreensão e a resolução dos problemas que constantemente enfrentamos diariamente.
*Pequeno texto escrito numa agenda do ano passado durante a madrugada de quarta-feira, repleto de insônia causado pelo exame de carro que logo mais chegaria.
A preguiça é a explicação para a postagem ser feita quase uma semana depois e durante a tarde.
Archive for janeiro 2013
Observação da meia-noite.
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Baby, did your forget to take your meds?
O pequeno surto de "criatividade" que tive quando criei esse blog desapareceu lindamente.
Ou talvez eu tenha esgotado tal "criatividade" com apenas dois assuntos: Facebook e amor.
Mentira, os dois acontecimentos mais importantes foram: Facebook e prova de carro.
Aliás, a falta de acontecimentos em minha vida também tem uma grande parcela de culpa nesse enorme branco que me vem em mente quando penso em escrever uma postagem idiota no blog.
A preguiça que habita em mim desde 1994 também coopera para a atual situação do blog. Mesmo que não exista acontecimentos interessantes em minha vida, eu não tenho a capacidade de procurar absolutamente nada para falar sobre isso aqui. Nem tenho vontade.
Não tenho refletido sobre nada. Nem sobre o Facebook, nem sobre pessoas de merda, nem sobre filmes fodásticos que eu vejo, muito menos sobre A Usurpadora.
Enfim, é isso. Apenas isso.
Perdão, caro ninguém.
Meds - Placebo
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Back In Black
Antes de tudo nós, Ana Carolina e Et's, gostaríamos de nos desculpar perante você, caro leitor imaginário, afinal, nessa postagem nós vamos quebrar uma antiga promessa de não escrever nada diretamente à uma pessoa específica e muito menos relacionado a namoro e tal.
Nós já lemos postagens sobre nós e não gostamos da experiência, mas diante de uma certa situação particular essa postagem é mais do que necessária, pois esse é o nosso universo e nós mandamos nessa porra.
Hoje há uma grande revolta dentro de mim sobre o que eu pude passar por certas pessoas. É absurdo notar que nós somos capazes de fazer tantas coisas para as pessoas, mas que essas pessoas não possuem a capacidade de retribuir da mesma maneira. Às vezes a situação se agrava quando você dá uma importância imensa em uma pessoa, e sente que é recíproco, mas após um tempo as coisas começam a mudar.
É. Isso é complicado.
É difícil se acostumar com algo e depois ter isso tirado de você, mesmo que seja de uma forma gradual e natural. Isso se encaixa em qualquer situação que possamos passar em nossas vidas, mas quando envolve algo mais sentimental, particular e intenso, a coisa fica extremamente difícil.
Deixar de lado muitas de suas convicções, aceitar e perdoar erros de uma pessoa para depois se ver que o outro lado desvaloriza tudo isso é extremamente triste, mas importante porque são nessas horas que, na minha opinião, devemos aproveitar para aprender com esse tipo de experiência, que teve seus lados bons e seus lados ruins, e enfrentar a virada de uma página na sua vida de vez.
Somente o sentimento não é capaz de manter um relacionamento saudável e feliz, afinal, todos nós temos nossas manias, nossos demônios, e tudo isso interfere em qualquer tipo de relacionamento que vamos ter com outros seres humanos, mas o importante é saber relacionar-se com todos da mesma maneira, essencialmente. Além do mais, na minha mente, todos nós (eu, et's e você, caro ninguém) devemos compreender que os sentimentos que possuímos também pertencem à outras pessoas, então a mágoa, a vontade, a alegria, a tristeza, a raiva, o ódio, enfim, nada disso é propriedade de só uma pessoa, então assim como nós ficamos magoados, as outras pessoas também podem ficar magoadas e só cabe a nós ter um pingo de atenção por aqueles que estão ao nosso redor para notarmos o que fazem mal à essas pessoas e evitar fazer sofrer as pessoas que afirmamos amar.
Afinal, amor nunca pode ser sentido com dor. Amor é alegria, é paz e se não há isso, definitivamente não há mais amor.
(Que merda de postagem)
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Are you steady now?
É estranho. Muito estranho.
Como as pessoas podem não fazer aquilo que eu gostaria que elas fizessem?
Como a vida pode não seguir o caminho que eu planejei para ela em minha mente?
Fere o nosso ego ver que as coisas não funcionam como gostaríamos. Dói ver que nosso roteiro, milimetricamente definido pelos nossos sonhos; pelas nossas vontades, não é utilizado por absolutamente ninguém que nos rodeia e muito menos pelo destino, caso ele realmente exista, tal como deus.
É realmente uma pena perceber que a vida não é um teatro de fantoches, no qual eu fico com o comando.
Seria uma maravilha para o comandante dessa patifaria, mas não para os comandados. E aí sim entra o paradoxo dessa postagem ruim e inútil.
Como uma pessoa que, supostamente, busca defender uma sociedade igualitária pode querer o comando da vida daqueles que participam de sua vida e assim a fazem ser uma vida de fato?
Como uma pessoa que defende a ideia de que cada um deve gostar daquilo que te faz bem e seguir seus sonhos, não compreende a ideia de uma pessoa próxima valorizar coisas que ela não valoriza?
Talvez seja a influência dos pais que sofreu durante alguns tantos anos de criação de personalidade, ou até mesmo do espírito de propriedade sobre qualquer coisa e pessoa que vem se espalhando além do sistema em si, chegando na alma de cada mísero ser humano que habita nesse vasto mundo.
Pode ser só sua essência, imutável, que clama por poder sobre a vida do outro, mas mesmo com qualquer possível explicação aqui citada, o paradoxo de liberdade e igualdade, porém com a continuação do termo propriedade que vai além de objetos, terras e afins.
Posse sobre as vontades do outro .. Que absurdo.
Me vejo como aqueles estúpidos que saem às ruas para protestarem contra o casamento homoafetivo, ou como aqueles (que podem ser os mesmos do caso anterior) que saem às ruas contra a legalização do aborto.
A imbecilidade é a mesma, mas graças a mim a autocrítica me permite mudança de opinião e atitude.
Steady as she goes - The Raconteurs
(nada a ver, mas é um vício novo)
(nada a ver, mas é um vício novo)
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Roda gigante
Cidadão Boilesen é um documentário extremamente esclarecedor e bem feito sobre o empresário dinamarquês e presidente da Ultragás, Henning Albert Boilesen, e sua participação direta na repressão ocorrida na época da ditadura militar no Brasil.
O documentário mostra claramente algo que não é muito comentado quando se fala sobre o regime militar no Brasil, que é a participação de grandes empresários na repressão com suas ajudas financeiras. Apesar de que Boilesen teve, segundo o documentário, uma participação mais intensa na repressão do que outros empresários: ele participava ativamente das sessões de tortura, além de trazer um instrumento de tortura de fora para ser utilizado na OBAN, principalmente, que foi batizado como Pianola Boilesen em sua homenagem.
Devido a sua participação intensa, que ia além do financiamento das torturas, Boilesen foi julgado e justiçado pelo MRT em conjunto da ALN no dia 15 de Abril de 1971.
O documentário em si não mostra somente a ligação de Henning Boilesen ao regime militar e as opressões, como também esclarece todo o contexto ideológico existente na época, onde qualquer um que se opunha à ditadura que havia sido instaurada no Brasil era considerado comunista e terrorista, em suma, um perigo à paz nacional, sendo que na verdade a paz foi tirada justamente pelo regime militar. Além de ser repleto de comentários de ex-militares, ex-militantes, jornalistas e pessoas ligadas ao Boilesen.
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Redundância
Seguindo a linha de pensamento que eu utilizei pra criar duas postagens que aqui se encontram (Pseudo Senso Crítico e Throwing rocks into the dark), venho através deste continuar a minha tentativa pessoal de compreender as pessoas a partir de suas ações, que na maioria das vezes eu analiso pela internet, ou mais precisamente, pelo Facebook. (Porra, Facebook de novo?)
É interessante como dá pra conhecer as pessoas através de uma pequena análise perante seu perfil em uma rede social. Ainda mais ultimamente, quando as pessoas têm exposto tudo o que podem em cada postagem, compartilhamento, e principalmente, nos comentários que fazem em diversos sites e afins.
O que eu (eu!) tenho visto são vários seres humanos, recebendo informações o tempo todo, e repassando essas mesmas informações descontroladamente e sem a mínima ideia do que estão fazendo.
As pessoas digitam, mas não pensam antes de digitar. Ou pior, elas pensam na melhor maneira de repassarem as ideias anteriormente absorvidas para tentar fazer com que o outro aceite essas ideias passivamente.
Infelizmente, na maioria das vezes, nenhum dos dois participantes de tal discussão tem a mínima noção daquilo que estão tentando "impor" ao outro. Esses meros seres humanos, incluindo eu, não possuem ideias próprias.
Não digo aqui "opinião própria", mas sim "ideia própria". Afinal, opinião todos temos, e temos sobre qualquer coisa, mesmo que não saibamos nada sobre.
Agora, ideia própria é algo que dificilmente vemos nos dias de hoje. Não sei nem se em algum momento da nossa história as pessoas, em sua massa, tiveram ideias formuladas pelos seus próprios cérebros e sentimentos.
Momentos de profunda reflexão sobre a vida, a existência, a política, as lutas, as opressões, o lazer (ah, o lazer, tão criminalizado nos tempos de hoje) e outros aspectos que envolvem nossas vidas, são inexistentes.
Eu realmente não consigo compreender qual é a dificuldade das pessoas em parar algumas vezes na vida para tentarem entender a vida delas, e até mesmo coisas mais amplas e distantes desse pequeno mundinho em que vivem.
O que eu vejo são pessoas que assim como eu, há tempos atrás, só sabem falar negativamente sobre tudo que as cercam. Quase ninguém ousa propor algo diferente, de maneira concreta, que suprime os vários problemas que temos apontado diariamente em nossa sociedade. E quando alguém que defende uma ideia, antes refletida e compreendida por essa pessoa, tenta mostrar aos outros que há uma "saída", o que a grande maioria faz?
Fala mal, obviamente. Afinal, para esses "gênios" da atualidade, apenas os outros têm que mudar, porque justamente eles só enxergam os problemas nos outros, mas se acham criaturas perfeitas diante de tamanha ignorância alheia.
A grande maioria não consegue compreender ideias já prontas que estão por todos os lados, então chega a ser utópico querer ver as pessoas formulando ideias por contra própria. Mas ideias mesmo, baseadas em tempos de observação de um determinado objeto, e do todo que o envolve.
Percepção é o que tem faltado.
Dificilmente as pessoas percebem quem há algo maior que elas. Há situações que elas não passam na vida delas, mas que naturalmente outras pessoas passam.
A realidade não se baseia no que um par olhos consegue enxergar durante toda a sua vida. Ela varia de acordo com o espaço, com a época, com a cultura e as pessoas, além de outros aspectos, então dificilmente as pessoas estarão certas de suas convicções, ainda mais reproduzindo uma visão simplista das coisas, e pior ainda sem o mínimo de autocrítica e percepção.
Percepção é o que tem faltado.
Dificilmente as pessoas percebem quem há algo maior que elas. Há situações que elas não passam na vida delas, mas que naturalmente outras pessoas passam.
A realidade não se baseia no que um par olhos consegue enxergar durante toda a sua vida. Ela varia de acordo com o espaço, com a época, com a cultura e as pessoas, além de outros aspectos, então dificilmente as pessoas estarão certas de suas convicções, ainda mais reproduzindo uma visão simplista das coisas, e pior ainda sem o mínimo de autocrítica e percepção.
"O outro não deve ouvir funk, assistir BBB, muito menos gostar de futebol. Isso é alienação. Mas se alguém pensar em tirar minhas séries estadunidenses, meus jogos de videogame e minhas músicas do Coldplay, é completamente ignorante e revoltado contra os Estados Unidos da América, e em suma um socialista babaca.
Aliás, cotas raciais? Por favor, né. Eles têm cérebro assim como nós, e cota pra negro/índio na verdade é a maior demonstração de racismo. Isso é tão ridículo quanto Bolsa-família. Essa gente não tem a capacidade de procurar emprego, e ainda quer ganhar o MEU dinheiro!
- disse um jovem que tem hemorragia de opiniões."
O triste é ver que as pessoas se preocupam demais em colocar defeitos nos outros, assim como eu já fiz bastante e venho tentando parar com essa imbecilidade, sendo que elas não possuem tempo nem para cuidar do problema delas mesmas. Não problemas externos, mas sim os internos.
Não vejo quase ninguém se desconectando do Facebook, para ir deitar e sentir toda a tristeza que finge não ter, e passa o tempo se enganando, colocando a culpa de tudo nos outros. Imagina só ver as pessoas admirando a natureza que ainda nos resta, sentindo alegria em viver e vontade de se revolucionar, para aí sim ver a revolução em cada pessoa que se encontra ao seu redor.
(Quem possui medo da palavra "revolução", troque por "mudança". Talvez faça mais sentido.)
Peço do fundo do coração que cada ser humano se encontre antes de tentar guiar o outro para o seu autoconhecimento. E digo mais, não deixe que outras pessoas tentem te guiar na sua busca por autoconhecimento e compreensão de mundo. Todos temos o famoso cérebro para encontrarmos as respostas das nossas perguntas por conta própria.
"Não esqueça que você é capaz de desenvolver seu próprio universo." - Epica
E não esqueça que não precisa menosprezar os universos das outras pessoas para que o seu tenha importância.
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ps: Isso não é uma crítica ruim de um ser humano revoltado com o mundo, mas sim uma tentativa pessoal de compreensão sobre essa sociedade jovem e totalmente participativa, pelo menos no universo virtual né.
Eu já falei mal de BBB, de funk, de mulheres que se vestem com roupas curtas, de cotas raciais. Mudei minha visão, então quem teve tempo para ler isso e se identifica com o meu objeto de reflexão, não se sinta ofendido.
Ah, eu assisto séries estadunidenses e gosto de Coldplay. Nada contra ambos, e nem contra videogames, nem contra nada que você use para se distrair, desde que você não dê a importância errada à essas coisas.
E por favor, não tenham uma visão simplista sobre machismo e racismo, dentre outros tipos de divisões de seres humanos, ainda mais hoje em dia, quando as opressões estão transvestidas de assuntos encerrados, porque no papel somos todos iguais, mas infelizmente, no dia a dia a história é outra. Esses assuntos são sérios e complexos. Mais do que vocês possam imaginar.
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Why are you satisfied?
E venho através desse insignificante post declarar minha indignação perante a falta de consideração quase mundial com o duo que, na minha opinião, é extremamente perfeito.
As músicas deles envolvem mais sentimentos, e mais amor ao fazer música, do que muita banda ultra reconhecida. Mas acho que isso não tem muita relevância na vida das pessoas ultimamente.
Enfim, The Kills.
Rodeo Town - The Kills
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Throwing rocks into the dark
O universo em que as redes sociais se encontram parece ter perdido totalmente o sentido e a graça que tinha anteriormente na minha vida.
Uma curta greve de Facebook conseguiu me fazer compreender a esperteza e a inteligência de um grande mestre que teve uma pequena, porém importante, participação nos meus dias, semanas e meses.
Todos na sala ficávamos abismados ao ouvir aquele ser humano dizer que não possuía uma conta no Facebook, e agora eu entendo ele e quase acabo por idolatrá-lo pela sagacidade que ele teve ao notar que utilizar de tal rede social era uma grande babaquice.
Creio eu que ele não pode ter a oportunidade, felizmente, de observar o que as pessoas postam, compartilham e comentam no Facebook. Porém eu tive e ainda tenho essa oportunidade, apesar de evitar ter dores no peito ao ler tamanha quantidade de lixo.
É interessante e ao mesmo tempo deprimente notar que as pessoas estão liberando ideias desprovidas de qualquer reflexão e estudo sem o menor pudor e/ou autocrítica. Elas simplesmente se sentem livres e fodas o bastante para defecarem pela boca, chamando tal merda de opinião, ou até mesmo de verdade.
E sempre há pessoas que ao notarem que as outras estão falando coisas completamente absurdas, entram no meio e tentam de todas as maneiras (corretas ou incorretas) mostrar aos ignorantes que eles estão errados no que dizem, mas infelizmente as pessoas (quase) sempre pensarão que estão certas naquilo que dizem, a menos que algum dia mudem de opinião por conta própria ou por conta da massa que influencia essas pessoas.
E até mesmo os que notam as babaquices alheias, que podem não ser babaquices, e argumentam e parecem ser muito cultos, podem ser os babacas ignorantes.
Ou seja: todos somos babacas ou eu estou drogada, e o Facebook tem a infeliz capacidade de colocar juntas todas as pessoas idiotas, misturando o egoísmo, o pseudo senso crítico, a falsa sabedoria e o excesso de tempo de cada um em uma grande panela, tornando essa a receita da maior desgraça já criada na história da humanidade.
- disse uma usuária do Facebook, que tem uma grande participação no quesito "pessoas idiotas".
Lost Kids - Blood Red Shoes
Pior postagem já escrita na história da humanidade.
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Que bom te ver Viva!
O filme aborda a tortura durante o período de ditadura no Brasil, mostrando como suas vítimas sobreviveram e como encaram aqueles anos de violência duas décadas depois. "Que Bom Te Ver Viva" mistura os delírios e fantasias de uma personagem anônima, interpretada pela atriz Irene Ravache, alinhavado os depoimentos de oito ex-presas políticas brasileiras que viveram situações de tortura. Mais do que descrever e enumerar sevícias, o filme mostra o preço que essas mulheres pagaram, e ainda pagam, por terem sobrevivido lúcidas à experiência de tortura. Para diferenciar a ficção do documentário, Lúcia Murat optou por gravar os depoimentos das ex-presas políticas em vídeo, como o enquadramento semelhante ao de retrato 3x4; filmar seu cotidiano à luz natural, representando assim a vida aparente; e usar a luz teatral, para enfocar o que está atrás da fotografia - o discurso incosciente do monólogo da personagem de Irene Ravache.
(Fonte)
Cá está o filme, completo, no Youtube.
A qualidade do vídeo é inexistente, mas vale a pena.
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Vou de táxi
Escrito por Et's e/ou
ll
Você passa anos e mais anos sonhando com o momento em que você não dependa mais de outras pessoas para que você consiga obter o resultado final, que é ir de encontro ao que deseja ou precisa o mais rápido possível, de uma ação tão importante nos dias de hoje.
Quando você finalmente consegue dar o pontapé inicial para conseguir esse quase super poder da sociedade moderna, percebe que as coisas que envolvem esse sonho de infância não são tão simples como pareciam.
Não é algo emocionante, fácil ou prazeroso de se fazer, mas mesmo assim continua tendo sua extrema importância para uma vida, digamos que .. mais simples, prática.
Você precisa se preparar para a etapa final e para a realização desse desejo. E assim como quase tudo na vida, essa preparação não é fácil. Pelo contrário, ela é longa, tediosa, e um pouco assustadora.
Porém, mesmo assim você continua animado, afinal, com a conquista desse quase super poder, uma nova era começará em sua vida.
A etapa final está mais próxima.
Todos que te acompanham na vida começam a falar sobre o assunto, afinal, eles já conquistaram tal proeza.
Dicas, histórias e advertências invadem sua mente. O sono se torna frágil demais perante às imagens hipotéticas que passam diante seus olhos. E essas imagens configuram cenas que não são positivas, mas apenas cenas que confirmam o medo que há dentro de você ao aguardar o momento tão esperado, e agora tão temido.
Finalmente o grande dia chega.
Você acorda ainda com sono, pois demorou dormir devido à ansiedade que morava em você.
O tremor do frio se confunde ao tremor do nervosismo, mas mesmo assim você respira fundo e enfrenta o problema logo de uma vez.
Erra logo de cara, mas continua.
Segue em frente e mentaliza que está fazendo tudo corretamente até que lhe avisam que uma parte da última etapa já está quase completa e você apenas precisa finalizá-la.
A alegria toma conta de sua alma. O sorriso logo aparece em seu rosto, mas infelizmente você não deu seta pra estacionar no exame de carro.
Irá pagar R$250 e fará outro exame daqui 15 dias.
E assim sua testa fica carimbada com a palavra "IDIOTA".
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Pseudo senso crítico
Eu tô com medo, Regina Duarte.
Sim. Medo.
Medo da juventude gerada, nascida e criada em meio aos seus ideais reacionários.
Medo do que possa acontecer daqui alguns anos quando estes jovens estiverem com o país em suas mãos.
Medo do que esse discurso reacionário, elitista, machista, racista e homofóbico .. Em suma, conservador, possa fazer com os diferentes daqui alguns anos.
Sabe por quê? Porque agora esse discurso mesquinho vem transvestido de discurso igualitário, de progresso para o país, de emancipação humana, sendo que no fundo não é.
Na realidade, esses jovens internautas e seu pseudo senso crítico só estão reproduzindo ideias antigas, ultrapassadas e que só servem à continuação da divisão das pessoas, para que uma grande massa da população continue sendo subjugada para que a outra parte da população viva a vida com facilidade, soberania e caviar.
Eu tenho medo da hipocrisia dos jovens que buscam tanto a liberdade virtual e real, mas criticam aleatoriamente qualquer um que se oponha de maneira firme as entraves que os grandes nos impõem.
Criticam qualquer luta por igualdade, afirmando que a mesma já existe.
Existe para quem? Para um jovem caucasiano de classe média que valoriza tanto os livros, mas que não tem a capacidade de enxergar o verdadeiro mundo que há fora deles?
Uma pena é que o mundo não gire em torno dessas características necessárias para obter a igualdade.
E sim. É justamente por causa desses reprodutores de ideias reacionárias que eu tenho medo do futuro que nos espera.
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Sonhos juvenis
Great White Bear - Dear Reader
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Alegriado acertou que o culpado é o mesmo que inocentou ..
Escrito por Et's e/ou
ll
É interessante observar como as pessoas definitivamente não estão em sintonia. Ou pelo menos as pessoas que eu observo ao meu redor e que participam ativamente da minha vida.
Se estivéssemos todos em sintonia, não haveria divergências e muito menos stress na vida de quem não quer estar estressado. Mas isso soa impossível ultimamente.
Não basta um ser querer estar em paz e com vontade de mudar suas prioridades em um ano novo para tentar chegar ao tão sonhado objetivo de sua vida: ser feliz, porque há todo um contexto que muitas vezes não colabora em nada para que o tal ser consiga conquistar seus objetivos.
Eu, particularmente já pensei que isso seria culpa do ser em questão. Talvez ele não estivesse realmente plantando o que deseja, portanto não estaria colhendo das pessoas que se encontram ao seu redor aquilo que ele desejava. Compreende o meu antigo raciocínio, leitor imaginário?
Agora o raciocínio segue outro caminho. O pior possível.
Aqui tenho a conclusão irrelevante e mutável de que esse contexto perturbador é inerente à alguns azarados, ou à todos. Caso seja à todos, alguns conseguem disfarçar muito bem a desgraça de pertubações que lhes atrasa a vida ou simplesmente ignoram tal maldição.
Então toda a vontade de ter uma vida diferente, cheia de alegria, paz interior e amor está dependendo de nossa vontade, e força de vontade e também do destino, talvez.
Sorte. Quem sabe?
É o preço que se paga por respirar: viver em dúvida.
Nada mais "foda" do que obter dúvida sobre sua própria felicidade, que pode ser destruída daqui exato Um segundo. Nada mais "foda" do que existir.
Abaçaiado - O Teatro Mágico
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Vinte Treze.
2012 se foi ..
Aquele ano que prometia ser o último de nossas vidas, foi apenas mais um dentre tantos.
A esperança de ter todos os problemas resolvidos em um segundo apenas, segundo esse que separava a plena existência do esquecimento universal, foi-se e nós continuamos aqui, com nossos problemas que empurrávamos com a barriga por falta de coragem e preguiça de crescer.
2013 veio sem responsabilidade alguma. Agora ela pertence à nós, meros seres humanos, que insistíamos em nos livrar a responsabilidade de resolver nossos próprios problemas.
2013 veio para exigir de mim e de você (que não está lendo isso, provavelmente) coragem para superarmos nossas dificuldades, para encontrarmos as respostas das nossas próprias perguntas, para curarmos nossas próprias mágoas.
2013 quer que nós mudemos. Não que o mundo simplesmente acabe e pronto.
"Problema resolvido!"
Não vamos nos livrar de nós mesmos tão cedo ..
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Ana Carolina e ET's. Tecnologia do Blogger.





