Num ápice de excesso de sentimento e falta de um anjo mais velho, a menina decide mudar sua vida drasticamente, sem pensar nas consequências do seu ato totalmente absurdo no século XXI.
Mas afinal, o que ela decidiu?
Decidiu cometer o suicídio virtual, mundialmente conhecido como "desativação de sua conta no Facebook".
Logo seus amigos ficaram assustados com tal atitude impensada e começaram a entrar em contado com a jovem através de meios alternativos, como torpedos gratuitos e cartas enviadas por pombos-correio.
Mandavam palavras do tipo "O que houve? Onde você está?"
A menina muito intrigada começou a repensar em sua existência, que no século XXI, apenas se baseava em uma conta numa mísera rede social.
Não havia espaço para neurônios, críticas fundamentadas em tempos de reflexão, risos reais, lágrimas reais, revoltas sinceras, amores platônicos e devastadores; o espaço era reservado apenas à imagens e curtir.
Os abraços verdadeiros diminuíram, as cutucadas irreais aumentaram.
O mundo real está sendo enviado via Bluetooth para os computadores e celulares, e está sendo exposto em Facebook e sms.
A existência humana se baseia na existência virtual, que dispensa seu raciocínio, seus sentimentos e seu verdadeiro eu.
Aliás, até agora a menina se questiona:
Ter ou não ter conta no Facebook?
Eis a questão.
Archive for 2012
Quem vê foto não vê coração ..
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Coraline no Escuro
É incrível e assustador a maneira como os sonhos podem mudar com o passar do tempo. Quando os horizontes vão se abrindo diante dos olhos, as certezas vão caindo por terra e as dúvidas vão brotando na mente, o medo invade o coração, já que uma realidade toda construída nos pensamentos se desmonta de uma hora para outra.
Incerteza
Mas por quê?
Por que a minha certeza de um ano atrás não pode continuar sendo a certeza de hoje?
Ter que enfrentar o desconhecido dentro de si mesmo e no mundo lá fora é uma das coisas mais assustadoras que pode acontecer à um ser humano.
Você se desprende de toda a sabedoria acolhida durante sua vida inteira e se encontra como uma mísera criança, cheia de medos e sozinha.
E agora?
Life Won't Wait - Ozzy Osbourne
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Misanthropía
Escrito por Et's e/ou
ll
Relacionar-se com outro ser humano, realmente, é complicadíssimo.
Conhecer alguém e, assim, iniciar um relacionamento com tal pessoa, seja o relacionamento que for, é trabalhoso demais, irritante demais e muitas vezes é constrangedor demais. Além do Mais, na maioria dos casos o interesse reina.
Oras, porque diabos determinadas pessoas iriam falar comigo, querer saber tudo da minha vida, tentar me ajudar em alguns problemas sem Nenhum interesse envolvido?
Relacionamentos baseados em conflitos de interesses.
É o que é, e dificilmente deixará de ser.
- disse uma misantropa.
Illusive Consensus - Epica
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Vamos nos permitir.
Amor ou apego?
Oras, que maldita pergunta é essa que invade mentes e mais mentes por nada?
Sim, essa dúvida não gera nada em ninguém, principalmente quando um alguém sente o amor, mas fica em dúvida pela opinião alheia.
Opinião alheia: aquela de pessoas que não sentem o que você sente, portanto a opinião é inválida.
O amor está na vida em todos os momentos. Obviamente que outros sentimentos também estão em vários momentos das nossas vidas, mas o amor em si é a essência.
Não tem como não senti-lo.
As expressões de amor mudam de acordo com as pessoas.
Meu amor pela minha mãe, obviamente é diferente do amor que eu sinto pela minha chama gêmea.
Mas continua sendo amor, mesmo com essa diferença, mesmo com as brigas, mesmo com as mágoas.
Tirar alguma dessas pessoas de perto, nesse momento, é o mesmo que tirar uma parte de mim.
Nós vivemos de amor.
Amor à vida, à alegria, à tristeza, à raiva .. O amor nos move.
É a maior expressão da nossa alma; da existência incompreendida e misteriosa.
Como explicar o amor? Como explicar a existência? ..
Sinta e viva. Apenas.
Sinta a alegria, a raiva, a tristeza, a felicidade, a solidão, o ódio, o amor.
Sinta! Só sentindo em você mesmo é que você poderá se entender um pouco.
Sentir nos outros, baseando-se na companhia e opinião alheia é enganação.
Auto enganação, porque para o outro, tanto faz se você se entende ou não.
A necessidade de atenção reina, e o que vemos é que ninguém se entende e acaba sentindo o Apego pelo outro, simplesmente por não compreender e não se permitir sentir todos os sentimentos existentes.
Queremos não sofrer e acabamos plantando mais sofrimento em nós mesmos por não compreendermos os nossos próprios sentimentos. Assim, vamos seguindo com as relações mal resolvidas para o resto da vida, acreditando que beber e ficar chorando no ombro de "amigos" (aquelas pessoas que também não se entendem e precisam da nossa atenção, e de serem amadas, pagando de "psicólogas" que opinam sobre os sentimentos alheios, sem sentir os próprios sentimentos) resolve algo.
Mas não .. Isso só nos leva ao caminho sombrio da vida.
Caminho de enganação.
Proibição de viver a verdadeira vida.
Existir.
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Ana Carolina e ET's. Tecnologia do Blogger.


