Archive for abril 2013

Seven devils in my house

Eu tenho a capacidade de me surpreender sempre com a hipocrisia humana. As pessoas sempre conseguem fazer com que eu tenha a certeza de que, realmente, não vi de tudo nessa vida.
Ajudar é, em suma, uma atitude que não deveria ser feita se o motivo maior seja alguma retribuição, porque logo se torna uma troca de favores, e não uma ação de ajuda, de auxilio. Acredito eu que quando se ajuda alguém, nem se pensa que está ajudando, apenas está se fazendo algo que seu "coração" pedia e que vá auxiliar o outro em determinada situação sem grandes problemas; sem grandes dúvidas, mas hoje eu vejo que o individualismo tem, diariamente, dizimado o real significado dessa ação.
As pessoas não têm a capacidade de fazer algo bom para os outros, simplesmente por fazer, sem muita complicação. Elas fazem algo visando o que você pode oferecer a elas. Elas procuram tirar lucro de você, mesmo que não sejam capitalistas explorando sua força de trabalho. Status, beijos descompromissados, trabalho gratuito, dinheiro .. enfim, as pessoas estão atrás de coisas que os outros seres humanos podem proporcionar através de uma "ajuda". Tudo passageiro, sem significado, sem sentido algum.
Os mesmos ainda se afirmam como os grandes bondosos e sábios que habitam na Terra, o que já tira pontos dos mesmos nos quesitos citados, afinal, quem possui o rei na barriga dificilmente notará seus próprios erros, acreditando cegamente que todas suas ações são boas, por mais podres que sejam.
Não adianta posar em fotos fazendo caridade, cantar palavras de amor ao seu "Deus" (que provavelmente nem existe), intitular-se como um incompreendido dentro de uma família louca, um opositor ao sistema, sendo que com o seu próximo, suas ações mais repulsivas são postas em prática sem o menor pudor; sem a menor preocupação com o sentido daquele que está tão mais próximo do que o suposto criador de tudo.
De que adianta falar de um capitalista sendo que se faz o mesmo com aqueles que estão ao seu redor, sugando tudo que pode dessas pessoas inocentes pra depois descartá-las como se fossem lixo?!
De que adianta criticar um homossexual por aquilo que ele faz em quatro paredes sendo que suas ações com um familiar não te faz um merecedor do céu que tanto nos prometem?!
Bom, para mim essas atitudes hipócritas só servem para piorarmos cada vez mais nosso sentimento de superioridade sobre os outros, agravando o individualismo e dificultando cada vez mais mobilizações por um mundo melhor, com mais paz, respeito e saúde. Se tratássemos os nossos próximos como tratamos os desconhecidos, talvez não estivéssemos dentro de um caos tão assustador.
Se sentíssemos as dores dos outros como sentimentos as nossas, lutando por melhorias com força e união, teríamos mesmo que aguentar tantas dificuldades que aguentamos dia após dia? Acredito que não.
O complicado é saber que dificilmente mudaremos essa nossa mentalidade hipócrita, afinal, somos seres humanos e naturalmente somos desgraçados, creio eu.


Seven Devils - Florence + The Machine 



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Monstros?

O facebook tem sido um lugar de muitas polêmicas durante esse ano de 2013.
Vários assuntos que são discutidos a séculos pela sociedade, que eu pensava que haviam sido esquecidos de tão redundantes voltaram a tona nessa rede social, e um desses assuntos é a redução da maioridade penal para 16 anos.
Ando meio desatualizada, como de costume, confesso. Não sei muito bem como toda essa conversa sobre a redução da maioridade penal veio a tona e tenho uma preguiça absurda de pesquisar o que de fato aconteceu para que todos voltassem a falar dessa possibilidade e vomitar seus argumentos banais, como sempre!
Se não me engano um jovem foi assaltado por outro jovem, de 17 anos, e logo depois foi assassinado pelo mesmo e a partir disso alguém, que desconheço, puxou a possibilidade de diminuírem a maioridade penal.
Li muitas postagens, comentários e imagens com frases de efeito no Facebook ao longo da semana. Não comentei nenhuma até hoje e compartilhei apenas uma, com um teor irônico, sem a intenção de incentivar discussões maiores e assim dores de cabeça e no coração. Porém, como não escrevo nesse adorável blog há uma semana e não tenho um leque de assuntos interessantes para me inspirar, colocarei aqui minha atual (e mutável) opinião sobre essa questão. Se você leu isso até agora, já aviso que é o momento de desistir. O post não vai ser legal, exatamente como nunca é.
Bom, um tempo atrás, quando eu não pensava sobre a questão, comentei algo com um tom a favor da redução da maioridade penal, sem embasamento algum para tal comentário, assim como a grande maioria das pessoas fazem. Algo banal, repugnante.
Hoje, com quase um ano e meio de graduação, afirmo que sou contra essa redução. Não interessa a ninguém isso e eu tenho consciência disso, mas mesmo assim continuarei colocando minha opinião aqui.
Eu vejo, atualmente, a sociedade de um modo mais amplo, sem fixar minha opinião apenas em um sentimento pessoal sobre alguns fatos que acontecem, porque na grande maioria das vezes esses fatos não estão isolados, mas sim ligados em vários aspectos que a sociedade abriga. Afirmar que jovens de 16 anos são monstros e devem ir para a cadeia é muito fácil de se falar, porém ao lidar com a vida de outro ser humano, o simplismo é algo muito perigoso. Não podemos deixar que discursos fáceis sejam aceitos sendo que podem e vão interferir diretamente na vida de outras pessoas.
Não, reacionários! Não estou aqui defendendo menores infratores e não mudaria meu discurso se algo acontecesse com um conhecido meu, mas eu acredito que sair prendendo todo mundo também não adianta, principalmente porque o Estado não garante os direitos básicos dos cidadãos, principalmente dos mais pobres. Além de que com falta de presídios e leis que permitem a saída rápida de alguns acusados, essa ideia de prender não adianta muito.
O Estado, que hoje sustenta o sistema, não oferece condições para que todos tenham condições dignas de vida e chances iguais, simplesmente porque isso não ajuda em absolutamente nada o sistema e nada disso irá mudar enquanto esse sistema que necessita das desigualdades continuar.
Não temos educação de qualidade, não temos creches o suficiente, não temos saúde decente, não temos saneamento básico, não temos uma sociedade sem preconceitos, não temos uma polícia que nos proteja, não temos combate decente às drogas, não temos assistência social em grande escala nas áreas que mais necessitam, não temos trabalhos dignos, não temos uma democracia verdadeira e muito menos representantes que procuram melhorar as condições .. Em suma não temos um sistema/sociedade que se interesse por essas questões, então como queremos cobrar algo de um jovem de 16 anos?
Se o sistema, o Estado; a sociedade garantissem tudo isso e ainda assim um jovem de 16 anos cometesse uma atrocidade como é a de matar outro ser humano por um celular, tudo bem .. Pensemos em reavaliar como essas pessoas estão sendo punidas, mas porra .. Não temos condições decentes no Brasil!
Somos uma sociedade preconceituosa, que não aceita nem o casamento homoafetivo, que renegamos nossos ancestrais africanos, que criticamos a Globo mas nos alienamos por qualquer discurso barato de "Ordem e Progresso".
Que ordem é essa? Querem se manter como simples produtos usados pelo sistema para conseguir cada vez mais lucro e depois ser jogado fora como um nada, sem questionar?
Querem que todos sigam o padrão burguês de se viver a vida?
E esse tal progresso? É progresso para quem?
Para a fábrica? Para o seu patrão? Acredite, colega. Não é trabalhando, se matando e poupando um dinheiro aqui e outro ali que o mundo irá te ver como um burguês que obteve sucesso com seu mérito pessoal, simplesmente porque isso não vai acontecer.
Não é pensando que só é bandido quem quer e que quem não tem nada é por falta de mérito que seu mundo será um lugar melhor. Adianta algo ficar criticando o tal Big Brother se a mentalidade pequena continua em vigor?
É muito fácil querer enjaular os outros seres humanos que incomodam sua "integridade como ser humano", sendo que quando falamos de violência sexual em uma universidade pública ninguém move um dedo pra tentar mudar a situação. Tantas crianças sendo violentadas todos os dias e ninguém faz absolutamente nada, e quando suas casas são roubadas clamam pela redução da maioridade penal!
Ah, sociedade. Repense seus atos para depois apontar o dedo para o outro.



ps: Minha argumentação foi demasiadamente fraca, mas eu não pretendo ficar trabalhando horas e horas em um texto pra esse blog. Não escrevo pra ficar bom e muito menos pra ser convincente.
Conversas tiram de uma maneira melhor minha opinião sobre isso tudo, através de uma argumentação pautada em vários outros aspectos que não abordei aqui por preguiça.
Se quiser seguir o blog, tem um esquema no fim da página para que você faça essa merda.



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O que eu sou?

Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. Sou burra. BURRA!

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Compro meia entrada para o dia 14!

Levantei já com aquilo fixado em minha mente. Enquanto me preparava para sair de casa e enfrentar alguns compromissos diários, pensava e repensava sobre como tudo se daria.

Cheguei no meu primeiro compromisso do dia, por sorte estava sozinha no mesmo e assim me isolei ainda mais da multidão e foquei minha mente na tela mágica. Logo recebi uma notícia que me tirou o chão, retirou da minha alma toda a alegria que esperava ter ao conquistar aquilo que queria tanto, pois as chances de conquista foram para 1%.
Fiquei desesperada, desanimada, mas em menos de cinco minutos recuperei a animação para obter o que desejava. Através de umas mensagens e um irmão de sangue e de alma consegui algo que era o básico para que meus desejos se tornassem reais.
A hora passava rápido, por mais que minha mente tentasse forçar ela passar lentamente. E o compromisso ficava lá, alheio a mim. O mundo continuou girando normalmente, porém eu mal vi o que acontecia já que eu me sentia fora do planeta Terra, fui parar em um universo completamente distante e irracional.
A hora passou rápido e chegou o momento. Minha ansiedade estava acompanhada somente da ansiedade de uma tal de Mariana. Ambas fixavam seus dedos na tecla que tem a função de atualizar a página por qual estamos navegando. Inocentes que somos, mal imaginávamos que um país inteiro nos acompanhava, repetindo nossas ações e nossos sentimentos.
Quando a corrida começou, minha alma saiu de mim e só voltou horas depois. Nada dava certo, nada carregava, nada era aceito, nada era ouvido ou visto.
Meus ouvidos foram tampados, meus olhos fixados na tal tela mágica e minha voz presa na garganta, só conseguiam sair os palavrões de minha boca.
Com os minutos correndo, minha revolta aumentava mais. Não suportava a ideia de ver meu sonho se vender para outros, enquanto eu e a tal Mariana ficávamos empacadas feito bois presos por uma porteira fechada.
Saí daquela fixação com a cabeça estourando para dar o mínimo de atenção aos outros compromissos que tinha marcado, e após um tempo de relaxamento, voltei ao ápice do desespero humano e como uma doente mental coloquei novamente meus olhos na frente do notebook sem me importar com nada que se passava ao meu lado.
Em meio a bagunça de números criada pela minha mente, de repente acertei e consegui.
O coração acelerou, as mãos tremeram e suaram, minha voz desafinou e a pupila dilatou-se.
Logo peguei o celular, liguei para a tal Mariana e me pus a tentar conseguir o sonho dela para ela também e mesmo com a ajuda de minha sofrida parceira de sala e através de umas dez tentativas, não fui capaz de conquistar dois sonhos com minhas mãos.
A adrenalina caiu e se tornou decepção; perdição, mas há ainda quatro meses cheios de chances de conquistar o outro sonho. Nada é impossível para aqueles que correm atrás.
Espero que não dê nada de errado com a minha conquista, que a tal Mariana também consiga o mesmo que eu e que conheçamos o Rio de Janeiro juntas, ao som de Raul Seixas (homenageado por outros), Capital Inicial, Offspring, Muse e Florence and The Machine.


Self esteem - The Offspring




Se quiser seguir o blog, tem um bagulho no fim da página pra isso.
Tem doido pra tudo mesmo.

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Vanessa


É incrível como meus amigos sempre são completamente diferentes de mim.
É maravilhoso ver como a amizade não precisa acontecer entre iguais. O amor flui naturalmente, por mais diferentes que meus amigos sejam de mim.
Hoje a minha amiga de infância, digo .. de nascimento, faz 19 anos. Afirmo que é minha amiga de nascimento porque desde que me entendo por gente eu sou amiga dela. Passamos a infância juntas, vivendo uma a quase só 10 passos da outra.
Enquanto ela, esperta, andava nas bicicletas grandes, eu, lerda, ainda andava em bicicleta pequena e com rodinha. As diferenças sempre estiveram presentes, mas mesmo assim éramos super unidas.
Passei alguns anos distante dela e depois que voltei, voltamos a ser amigas. Eu estava ainda mais diferente e ela também, mas mesmo assim a amizade continuou firme e forte.
Passávamos as tardes na rua, depois de chegarmos da escola juntas, conversando, comendo porcarias, brincando de pênalti no portão da vizinha, jogando mamonas no telhado (com direito a atropelamentos traseiros) .. 
A minha casa se tornou a casa dela e vice-versa, mas, porém, entretanto, todavia, mudamos de rumo novamente. Com o amadurecimento, nossas visões e características ficaram ainda mais distantes, além do distanciamento causado por escolas diferentes, trabalho, etc. Mas não se engane, caro leitor imaginário. Nós continuamos amigas mesmo de longe (longe morando perto?).
E não é que 2013 trouxe uma aproximação entre nós duas?
A pessoa que desencana fácil com relacionamentos, é trabalhadora, baladeira, independente pra caralho e que não chorou com o falecimento do Chorão está mais próxima daquela sentimental, folgada, lerda, pseudo revolucionária e que chorou horrores com a morte do ídolo da outra?
Pois é. Eis que 2013 tem me dado muitos presentes e o fortalecimento dessa amizade de quase 19 anos é um dos mais adoráveis.
Enfim, sista, que você continue com suas qualidades e sempre busque melhorar aquilo que acredita que precisa melhorar. Você já possui a força na mente para isso e espero mesmo que utilize o mesmo.
Que continue, por muitos anos, espalhando sua alegria e seu amor para aqueles que estão ao seu redor e que eu esteja nesse meio.
Espero comemorar todos os seus aniversários contigo, mesmo que eu esteja longe fisicamente.
Feliz aniversário, bonita! Tamo junta.
Só o Amor constrói pontes indestrutíveis .. 

(Quero bolo)

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Abriu

Abriu-se um novo mês. Não, não é mentira! Hoje já não é mais o Dia da Mentira. Já estamos no dia 02 de Abril, como se mentiras fossem contadas somente no tal Primeiro de Abril. Porém, apesar de ter logo seu primeiro dia marcado por uma data um tanto quanto negativa e repleta de comentários sem graças, esse tal mês que se inicia é o mais esperançoso de todos os doze meses que perpassam os anos.
É historicamente marcado por marés na rotina banal que faz os dias escorrerem desapercebidos pelas mãos, e assim, por essas marés, traz novos ares, novos amores e aprendizados. Além de risos, é claro.
Devido a esses acontecimentos marcantes, o início de Abril liberta do lado de cá um pingo de esperança de mudanças extravagantes a cada simples ação diferenciada. O despertar da ânsia por novas experiências e horizontes já é quase inerente ao começo do quarto mês do ano, pois se já cumpriu essa missão em anos anteriores, porque não faria o mesmo agora? Agora que a visão está mais ampliada e a possibilidade de acontecer marés mais fortes é maior.
Podem achar que somente nossas ações é que fazem a diferença. Não nego isso, mas que Abril tem um Q de facilitador para mudanças e loucuras, ah, isso ele tem. Pelo menos aqui.
Não existe nenhuma data especial e há alguns anos a presença de Abril mal fazia a diferença, mas depois de algumas especiarias propiciadas pelo mesmo, não tem como negar que talvez seja o melhor mês. São amores, bebedeiras, picadas de formiga, mudança de visão política, viagens, debates ..
Enfim, são aberturas abertas por Abril que me fazem amar tanto esse mês e esperar tantos dias bons do mesmo.
Que pelo menos esse amor seja correspondido.             drama


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