Just do it 'cause you want it

Quase um mês se passou desde o último texto postado aqui neste blog.
Foram dias de milhares de coisas acontecendo ao mesmo tempo, porém, com o tédio presente em todos os momentos. Mudanças quase não aconteceram.
Eu poderia ter colocado em palavras as tensões sentidas durante os dias de eleição ou até mesmo a alegria de ter vencido parte dessa batalha. Escrever sobre a solidão, a falta de amigos e os sábados passados em casa também foram opções que surgiam em minha mente, mas logo eram descartadas por um sentimento de desgosto enorme em redigir algo para leitores inexistentes.

Entrevistas de emprego, discussões vistas, assembleias lotadas, desmobilização dos mobilizados, sentimentos de empatia transformados em ódio, gatos crescidos, analfabetismo funcional, senso comum, cortes de cabelo, alergia ..
São tantos temas sem importância alguma, já que tudo continua do mesmo modo. O máximo que tem se transformado, ou apenas meramente mudado, é a decadência das boas novas.
Por enquanto as coisas têm perdido a cor; a graça.
Sentir-se estagnado deprime e a busca por um novo sentido de vida grita cada vez mais alto nos ouvidos. Essa vontade de algo novo surge à partir do momento em que nota-se que ficar parado, se prendendo em outros seres humanos (que caminharão) não leva à nada além da tristeza em ver a vida passar diante dos olhos sem o mínimo pudor e sem preocupação alguma com aquilo que fica para trás, que no caso é você.
Ou será eu?
Ficaram na mente de algumas pessoas alguns shows, atos, beijos, festas e bebedeiras que eu não me propus a sentir e guardar comigo, e por isso a minha lista de experiências/sabedoria continua quase limpa; sem rabisco algum. E quando o segundo decênio de vida se aproxima, a ânsia de estar sempre escrevendo na tal lista aumenta e se torna quase uma necessidade básica da vida humana. Talvez realmente seja.
Chega!
Está na hora de se libertar de vários pesos e medos passados. Vida perfeita não existe!
Que mal tem retirar um pouco da excessiva importância de alguns aspectos da vida para distribuir para outros "setores" que não são menos importantes?
Que mal tem em tornar a vida cada vez mais completa e, assim, complexa?
Caminhos fáceis. Pra que?

Just Do It - Copacabana Club



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